Alceu Valença

10 10+00:00 julho 10+00:00 2012
Alceu Valença
1946
Nasce em 1° de julho, Alceu de Paiva Valença, filho de Décio e Adelma, na Fazenda Riachão, localizada em São Bento do Una, agreste pernambucano, onde vive até os cinco anos de idade.
1950
Participa
de um Concurso Infantil no Cine Teatro Rex em São Bento do Una (PE), cantando “É Frevo Meu Bem”, de Capiba, no qual recebe a segunda colocação.
1952
Muda-se com a família para Garanhuns (PE), onde estuda no Colégio Diocesano.
1955
A família segue para a capital pernambucana, Recife, onde passa a morar na Rua dos
Palmares. Alceu freqüenta o Colégio Nóbrega e, posteriormente, o Padre Félix.
1959
Começa ajogar basquete pelo Clube Náutico Capibaribe e pela seleção pernambucana.
1965
Inicia o curso de direito na Universidade do Recife (PE).
1968
Em setembro, participa do I Festival Universitário Brasileiro da MPB, no Rio de Janeiro, com “Maria Alice”. Em outubro, com “Diálogo”, integra o I Festival Universitário da MPB (Canto do Norte 68), no Recife.
1969
Através de um programa de intercâmbio estudantil participa de conferências na Universidade de Harvard (Boston, EUA). Forma-se advogado pela Faculdade do Recife. “Acalanto para Isabela” e “Desafio Linda” recebem, respectivamente, a primeira e a terceira colocação na fase regional do I FIC, em Recife. “Acalanto para Isabela” é eleita para participar do I Festival Internacional da Canção nacional, realizado no Rio de Janeiro.

1970

Em junho, coloca “Manhã de Clorofila” no III Festival Universitário de MPB, no Recife. Em julho, inscreve no Balaio do V Festival Internacional da Canção, no Rio de Janeiro, três composições: “Fiat Lux Baby”, “Erosão” e “Desafio Linda”. Nasce no Recife Alceu Valença Filho, o Ceceu, primeiro filho de Alceu Valença, com Eneida, sua primeira esposa. Muda-se para o Rio de Janeiro.

1971

Em janeiro, integra o elenco do show “Erosão a Cor e o Som”, no Teatro Popular do Nordeste, na capital pernambucana. Em agosto, acontece no Rio de Janeiro, o IV Festival Universitário da MPB, no qual classifica “Água Clara”, “78 Rotações” (parceria com Geraldo Azevedo) e “Planetário”.

1972

Classifica “Papagaio do Futuro” para o VII Festival Internacional da Canção, no Rio, em setembro. O número é interpretado por Alceu e Jackson do Pandeiro. Apresenta em Recife o show “Papagaio do Futuro”. Grava o primeiro disco, pela Copacabana, ao lado de Geraldo Azevedo: “Alceu Valença e Geraldo Azevedo” é o primeiro registro discográfico da carreira de Alceu.

1974

Em janeiro monta o show “O Ovo e a Galinha” no Recife.

1975

Em fevereiro, participa do Festival Abertura, promovido pela TV Globo, no Rio de Janeiro, com a canção “Vou Danado pra Catende”, e recebe do júri o prêmio de “melhor pesquisa musical”. Estréia o show “Vou Danado pra Catende” no Teatro Tereza Rachel, em Copacabana, que se transforma no repertório do primeiro disco ao vivo, “Vivo”, lançado no ano seguinte pela Som Livre.

1976

Ao lado de Jackson do Pandeiro, faz uma série de shows para o Projeto Seis e Meia, inicialmente no Teatro João Caetano, no Centro do Rio de Janeiro e depois em outras cidades brasileiras.

1977

Lançamento do LP “Espelho Cristalino”, pela Som Livre.

1978

Percorre várias cidades do país com o Projeto Pixinguinha, dividindo o palco com Jackson
do Pandeiro. Leva o repertório de “Espelho Cristalino” para o palco com o show “Alceu Valença em noite de black tie”.

1979

Faz uma pequena temporada de shows, intitulada “Alceu Valença em noite de au revoir”, na Escola de Artes Visuais, no Rio de Janeiro, antes de seguir para uma temporada de shows na França. Em Paris, apresenta temporada no Teatro Campagne Première, grava informalmente o disco “Saudades de Pernambuco” (que permanece inédito no Brasil), percorre algumas cidades européias como Lyon (França), Nyon (Suíça, para participar do Nyon Folk Festival) o interior da Alemanha, além de gravar um show para a RTF (Radio Television Française). De volta ao Brasil apresenta no Teatro Ipanema, Rio de Janeiro, o show “O cantador”.

1980

Lança o LP “Coração Bobo” (Ariola), cuja música de mesmo nome estoura nas rádios de todo o país, revelando o nome de Alceu Valença para o grande público. Apresenta-se em vários estados brasileiros.

1981

Lança “Cinco Sentidos” (Ariola) e faz shows em diversas cidades brasileiras.

1982

Com o disco “Cavalo de Pau” (Ariola) faz sucesso em todo o país. É o primeiro estouro de vendas da carreira de Alceu, que alcança a marca de 500 mil cópias em poucos meses, feito considerável para a época. Em julho leva o espetáculo ao festival de Montreux, na Suíça e faz shows em Portugal e França.

1983

Lançamento de “Anjo Avesso” (Ariola) e turnê brasileira.

1984

Lançamento de “Mágico” (Barclay), turnê brasileira e apresentação no Festival de Nice (França).

1985

Em janeiro, participa do Rock in Rio, primeiro grande festival musical internacional realizado no país; seu show é um dos mais elogiados pela crítica. Lançamento de “Estação da Luz” (RCA), turnê brasileira e apresentação em Havana (Cuba). Lançamento do LP “Ao Vivo”, pela Barclay/Polygram, ex-gravadora de Alceu.

1986

Lançamento do show “Rubi” (RCA), turnê brasileira e apresentação no estádio de La Villete,
em Paris (França).

1987

Lançamento de “Leque Moleque”, turnê brasileira e apresentação no Carnegie Hall, Nova
Iorque (EUA).

1988

Gravado ao vivo no Rio de Janeiro, o show “Oropa, França e Bahia” é transformado em disco pela RCA e excursiona em diversas cidades brasileiras. No exterior, vai a Paris (França), Stutgart, Munique, Frankfurt, Colônia, Hamburgo (Alemanha) e Viena (Áustria).

1990

Lançamento de “Andar Andar” (EMI) e turnê brasileira.

1991

É um dos poucos artistas brasileiros que integram o elenco nacional do Rock in Rio II. Apresenta-se na mesma noite de Santana e Prince, fechando a noite com um show considerado antológico pela crítica.

1992

Lançamento de “7 Desejos” (EMI) e turnê brasileira. Nasce no Rio de Janeiro Juliano Miranda Valença, segundo filho de Alceu, com Daniela Miranda, sua segunda
esposa.

1994

Lançamento de “Maracatus, Batuques, Ladeiras” (BMG) e turnê brasileira.

1996

Ao lado de Geraldo Azevedo, Zé Ramalho e Elba Ramalho participa da série de shows “O Grande Encontro”, que percorreu diversas cidades brasileiras e registrada pela gravadora BMG no CD de mesmo nome.

1997

Em abril, vai ao Festival de Montreux apresentar o show “O Grande Encontro”. Em maio, grava “Légua Tirana” para o disco “Asa Branca”, de Dominguinhos (Velas). Lançamento de “Sol e Chuva”, pela Som Livre, em comemoração aos 25 anos de carreira. Série de shows pelo país.

1998

Em julho, faz novo show no Festival de Montreux. O CD “Forró de Todos os Tempos” foi gravado de forma independente e lançado pela Sony, ampliando a execução do forró no sudeste do país.

1999

Em abril, Alceu é submetido a uma cirurgia cardíaca, no Rio de Janeiro, para a colocação de ponte de safena. Lançamento de “Todos os Cantos” (Abril Music), gravado ao vivo em apresentações no Recife, em Olinda e em Montreux (Suíça), onde havia se apresentado em 1998. Praticamente recuperado da cirurgia, em maio de 1999,
recebe, junto com a notícia da extinção da premiação, o Prêmio Sharp de Música nas categorias ‘Melhor CD Regional’ por Forró de Todos os Tempos e ‘Melhor Cantor Regional’. Pouco depois, em julho, recebe novo reconhecimento, o 12º Troféu Eletrobrás de MPB.

2000

Em julho, participa da noite “Pernambuco em canto: carnaval de Olinda”, no Festival de
Montreux (Suíça), ao lado de Elba Ramalho, Geraldo Azevedo, Naná Vasconcelos e Moraes Moreira.

2001

Lançamento do CD “Forró Lunar” (Sony Music) e turnê brasileira. Nasce no Rio de Janeiro Rafael Montenegro Valença, terceiro filho de Alceu, com Yanê Montenegro.

2002

Lançamento do CD “De Janeiro a Janeiro”, em comemoração aos 30 anos de carreira. De forma independente, o CD sai pelo selo Tropicana, do próprio Alceu, encartado na Revista Música de Atitude, distribuído em bancas de jornal.

2003

Em maio grava novo projeto ao vivo no Rio de Janeiro (Indie Records), reunindo vários
sucessos em CD e, pela primeira vez, em DVD. Em julho, é agraciado com o Prêmio Tim de Música Brasileira na categoria “Melhor cantor regional”, pelo CD “De Janeiro a Janeiro”, em cerimônia realizada no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Ainda nesse mês chega às lojas o CD “Ao vivo em todos os sentidos”. Em agosto o DVD do mesmo projeto é lançado.

Fonte Site Oficial do Artista

 

 

 

 

 

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